quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Estrelinhas entrelinhas..



Dizem que é melhor se arrepender de algo feito, do que se sentir arrependido por nunca ter tentado. Talvez seja verdade, talvez não. Mas se prender a coisas do passado, esquecendo que a cada dia a vida nos dá mais 24h p/ mudar, inventar, renovar, e ser feliz, definitivamente é burrice. Olhar p/ trás e se esFORÇAR em algo que quanto mais se força, menos se alcança, é insanidade. Pedir ao Céu que derrame novamente uma chuva que já desceu.. É como amar de peito aberto, um amor que já morreu.
Um ano novinho em folha acaba de começar.. Vamos tentar fazer das lembranças, apenas vagas lembranças... Deixar passar o que já foi.. E abrir o peito p/o que virá? Tentar viver menos "Talvez futuro" e mais "agora certo"?
Hoje sinto que me liberto das pesadas correntes que um dia EU me prendi.. Sem notar que reciprocidade inconstante está muito distante do que um dia eu sonhei p/ mim.
Hoje, sinto que posso respirar, encher o peito de um novo ar.. E com os braços abertos, poder gritar enfim.. LIBERDADE! Hoje sinto-me mais EU e menos alguém. Hoje sinto que viverei intensamente ESTE ano que é meu, e não um talvez "ano que vem".. P0rque quem sabe o que quer, faz por merecer, e faz AGORA.

domingo, 10 de janeiro de 2010

E por falar em saudade..



Passei esse fds no sítio da minha bisavó.. Um endereço um tanto acolhedor. Longe da cidade, entre dois cemitérios, na rua do presídio. Ou melhor, do lado, muro com muro, do presídio.
É uma realidade bem diferente da que eu estou acostumada a viver. Dormir ouvindo o cantar de grilos, e ser "protegida" não por cerca-elétrica, mas por guardas em cima do muro. Alguns milhares de tijolos dividindo a liberdade, da prisão.
Do lado de cá, na "liberdade", resolvi me prender do lado de fora do mundo.
Nesses 3 dias, me abstive de meios de comunicação. Celular, telefone fixo, internet.. Curti minha família, minha cadela, e outros animais do sítio.. Relembrei como é ser feliz sem tecnologia. Tomei banho de mangueira no quintal, rolei na grama.. dancei ao som de "o bife". Ouvi histórias sobre a chegada da televisão, do telefone celular, do computador. Dá época que o fusca era um carrão. Entendi a diferença entre lampião, lamparina e aladim. Ouvi dos namoros de porta, casamentos arrumados, e muita prosa, trocada nas praças.
Hoje, em tempos modernos, as televisões são quase obras de arte, de tão requintadas. Os computadores, cada vez mais leves, rápidos, eficientes. A internet, juntando e separando tudo e todos, ao mesmo tempo. E celular? Até mendigo tem. Mas os amores daquela época... ahh..
Os amores sonhadores, secretos.. Amores inocentes, respeitadores.. Amores românticos.. do tipo que ainda manda flores.. (se alguém lembrar da música, fez parte desse tempo.. rs).
Às vezes não nos damos conta de que vivendo a tão sonhada e conquistada "liberdade" do século 21, nos tornamos cada vez mais escravos.. Do trabalho, do relógio, dos outros. Até nos relacionamentos, onde um é o escravo (geralmente quem mais ama), e o outro manda (o que ama um pouquinho menos). E como tememos ficar no primeiro grupo. Será que depois de tantos impossíveis alcançados no mundo da tecnologia, o amor verdadeiro se "impossibilizou"? Será que ele se escondeu no interior das caixas mágicas, nas novelas e historinhas infantis?
Mas se a história da fenix se faz verdade na economia, tomara que se faça também nos corações. Torço baixinho, aqui no meu blog, para que o amor possa renascer das cinzas em que o tempo o transformou. E tomara que não demore muito, para que eu ainda tenha tempo de viver um desses por aí.
Besta? Sonhadora utópica? Talvez.
"Apesar de todo progresso, conceitos e padrões atuais
Sou do tipo que na verdade sofre por amor e ainda chora de saudade".
E que atire a primeira pedra quem lá no fundo, não quer a mesma coisa que eu. Podem até se orgulhar da lista interminável de ficantes que a liberdade dos relacionamentos de hoje nos traz.. Mas quando a noite cai, e a cabeça se reclina ao travesseiro, a consciência e o coração gritam em unanimidade a única vontade: Amar, amar, e amar..

Ps: A música chama Amante à moda antiga, de Roberto Carlos. Vale a pena escutar!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Velho pai..



Ainda me lembro, como num filme em sépia..
Sua mãe, tão nova, com uma parte dos cabelos presa, e alguns outros, caindo-lhes pela face..
Vestida apenas num blusão branco, meu..
Ansiosa, andava de um lado para o outro, com um indicador na mão.
Os segundos pareciam não passar... Como o relógio se espreguiçava ao rodar.
Então, um grito!
Sim! Sim! Sim! Era verdade! Você estava começando a se formar.. lá dentro!
Ela correu até mim, e se jogou num grande pulo nos meus braços e, mordendo os lábios me disse: Serás papai!
Acho que nunca tinha ouvido algo tão assombrador e feliz ao mesmo tempo! Mas a felicidade dela era tanta que não tinha como manter meus lábios fechados.. Foi aí que um grande sorriso saiu de mim também.
Os meses foram passando, e em meio a enjôos e desejos, podia ver aquela barriguinha linda surgir..
Deitada na nossa cama, eu a acariciava.. tão suave.. e você respondia com um arrepio.. Imagino que pudesse sentir..
Um dia, sua mãe chegou em casa com o primeiro par de sapatinhos.. não sabíamos se você seria menino ou menina, então, compramos branco.. Foram os sapatinhos mais lindos que eu já vi na vida. E, aos poucos, compramos seu enxoval completo.
A barriguinha se tornou barrigão.. tão rápido! Eu mal podia esperar o dia.. e ao mesmo tempo, tinha medo dos dias que viriam! Tanta responsabilidade.. insegurança..
Seu primeiro chute.. tão mágico, divino.. Era real! Era você..
Então o grande dia chegou.. Fomos às pressas até o hospital, e levaram sua mãe em uma cadeira de rodas. E eu passei ali, na sala de espera, os minutos mais angustiantes da minha vida..
De repente, alguém atravessou a porta! Não me lembro quem.. Estava concentrado demais em você para notar! Colocou em meus braços você!
Tão pequenino, roxo, chorão.. De olhinhos fechados, dedinhos gelados, e um rápido coração!
Queria tanto te abraçar, mas você parecia tão delicado, que tinha medo de te machucar.. Te envolvi então suavemente com meus braços e pela primeira vez, pude te ninar..
Quão surpreso fiquei quando paraste de chorar, e teus olhinhos, vi brilhar!
Um ser tão pequeno, indefeso, completamente dependente de mim, da minha atenção, do meu amor, dos meus cuidados, da minha proteção..
Mas, o mesmo alguém que te trouxe precisava te levar..
Ah, foi o dia mais feliz da minha vida!
Aos poucos você foi crescendo.. e como foi bom presenciar! Te ensinar a equilibrar-se numa bicicleta.. Cuidar de seus ferimentos..
Carregar você todo sujo de lama, comemorando um gol no futebol!
Ajudar na conquista da primeira namorada..
Te esinar a dirigir..
Te dar o primeiro consolo, após um fora.. e ensiná-lo de que a vida continua..
Filho, filho meu.. Podes pensar que muito te ensinei... Mas te digo hoje, que mais da metade de tudo que aprendi na vida, me ensinaste tu, sem se quer saber. Te peço desculpas por alguma mágua, ou erro que esse grande velho cometeu.. Mas te digo, que foi por acreditar que seria para o teu bem.. E se algumas vezes apanhaste, meu coração cheio de amor, sentiu mais dor, do que tu podes imaginar.
Hoje, tão grande, te vejo casar..
Sei que irás partir, construir a tua própria família, e aguardar essa princesinha linda chegar. Te peço apenas que ame Juliana, e a pequena Isabella que já já nascerá.. E que em meios aos afazeres do mundo, não as deixe em segundo lugar.
Porque tudo na vida passa, e só o amor e a família ficam.
E, se em teu coração, espaço sobrar, te peço encarecidamente, que nunca esqueças o caminho da casa de teu velho pai..
Se com os braços fechados num abraço, te vejo ir..
Com os braços abertos, espero te ver voltar!

Com muito amor,
Papai.

Ainda não, mas quase...



A tarde começa a cair novamente..
Mais uma, de tantas iguais.
O sol se despede quietinho, em um longo e morno silêncio.
As nuvens frias e escuras mostram em seu sorriso, um lindo boa noite.
O ventilador continua girando, lento, como se ainda fosse preciso algum vento.. não bastasse o que entra cantando pelas portas da varanda.
A cortina branca, voa, acariciando o ambiente, e sombreando o papel que eu escrevo..
Tocando de leve, o armário da sala.
Ah, o armário. Tantos segredos guardados em caixas de papel.
Momentos registrados em fotos, perfumes, objetos.. Lembranças de um tempo feliz, e de tempos tristes também.
Quisera eu ter forças para jogar tudo fora.. Sim! Nessa lixeira ao lado! Jogar tudo! Fechar os olhos, acender um fósforo e pronto! Queimar tudo de uma vez, até as cinzas! Não quero que sobre nada! Nada! Nem um pedacinho se quer que me lembre de ti..
Ahh.. onde conseguiria tamanha força? Ainda não, mas quase..
Ainda não consigo te mandar embora da minha vida por completo.. Mas já consigo pedir em baixinho, mesmo com algumas lágrimas, que você me de um minuto a sós comigo mesma.
Não consigo te expulsar do pensamento, mas já consigo pedir que você dê um pouco de espaço para outros pensamentos que começam a se formar..
Ainda não consigo imaginar você com outra.. mas consigo começar a me imaginar sozinha. E ainda que doa, tento me convencer de que vai ser melhor assim.
Tento entender por que acreditei em você, quando todos me diziam que ia terminar dessa maneira..
Mas ainda assim, decidi acreditar.. Acreditei no que os seus olhos diziam, ou no que os meus queria ver.. Não sei ao certo..
Não entendo porque você insiste em voltar, quando eu te peço que vá para longe.
O que você quer? Não satisfeito com meu choro desesperado recém-cessado, quer me ver lagrimar em silêncio a cada dia, lamentando a tua partida?
Não te contentas com a ferida que fizeste, e ainda tens que cutucar?
Ainda não cicatrizou, mas tá quase...
Posso dizer que ainda não sou forte o bastante para te expulsar por completo.. mas aos poucos, vou te permitindo ir..

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

20.09.2009 - Meu aniversário, meu ano.



Hoje eu estava ouvindo uma música que dizia algo do tipo: "Mais um ano se passou, e o que você fez? Um ano inteiro acabou de findar, e um novinho vai começar. O que você fez? E o que você fará?"

Um ano se passou.. E, por mais clichê que seja, sempre paramos p/ analisar o que fizemos, o que faremos.. onde erramos, o que acertamos...
Sempre bate a saudade dos momentos bons, e a despedida dos ruins..

E, analisando a minha vida, e os meus objetivos descritos no primeiro post desse blog, percebi que realmente, esse foi o meu ano!

Tirei minha carteira de motora, ganhei meu carro, meu cachorro.. que não é um labrador marrom, e muito menos se chama toddy. É uma pastor alemão fêmea, capa preta, que se chama Meg.
Arrumei um namorado... desarrumei um namorado..
Não fui a melhor aluna da faculdade, mas aprendi a estudar.
Não li a biblia inteira, mas renovei a minha vida espiritual.
Não emagreci 5 kg, mas creci 4 cm's.. =)
Não terminei o espanhol, nem entrei no clube de desbravadores..
Minha amiga veio p/ perto de mim, mas p/ passar apenas alguns dias..

Bom, revendo os momentos mais marcantes de 2009, percebi que muito do que eu planejei, não cumpri. Outras, cumpri pela metade, adaptando-as de acordo com as circunstâncias. Mas outras, ainda que poucas, aconteceram de maneira muuuuito melhor do que eu sonhei.

Sorri, chorei, sofri, amei*, estudei, me diverti, saí, cheguei... Mas de todas as conquistas que eu tive esse ano, a maior delas foi descobrir, ou melhor, admitir que se manter "cabeça-dura" na racionalidade, é perda de tempo, completa. Libertando-me dessa prisão, sofri.. Sim, como chorei esse ano.. Mas sinceramente? De todos os meus poucos anos de vida, foi o que eu mais vivi.
E de repente, a gente descobre que o mundo está preso na racionalidade pura, se lamentando por aí de superficialidade, enquanto se recusa a "dar a cara aos tapas", e mergulhar no mundo incerto, porém intenso, profundo, da emoção.
Quanto ao blog, o que era para ser apenas um desabafo, se tornou uma grande lição de vida. Cresci mais nesse ano, do que em todos os outros 18 anos da minha vida.. O interessante foi notar que textos que eu considerei belos, não chegaram nem perto do mais elogiado.. E isso também me fez entender que mais importante do que a combinação de palavras, é o sentimento que elas carregam quando se encontram com os de quem lê.
Mas enfim, cresci.
E devo isso aos meus grandes amigos, reais, e outros, virtuais, que muitas vezes se mostram bem mais presente dos que os reais...
Dentre eles, em especial, gostaria de agradecer ao meu querido amigo Adriano.. Sempre paciente para me ouvir, me aconselhar.. Nem sempre me dizendo o que eu gostaria de ouvir, mas, mais importante, me dizendo a verdade. Pela confiança ao compartilhar experiências tão íntimas, e até ouvir conselhos também.
Aos reais, poucos, porém escolhidos à dedo, à todos os leitores, anônimos, comentadores ou não, meu muito obrigada, de coração. Obrigada por compartilhar comigo meus momentos felizes e tristes. E, no ano que se inicia, que possamos aprender com os erros de 2009, para fazermos um ano maravilhoso.. Com direito a um pouco de tudo, e muita, mas muuuuuuita emoção! Um 2010 intenso, profundo.. Com muito, muito amor.. muitos sorrisos.. e que as lágrimas de tristeza choradas em 2009, se transformem em alegres banhos de chuva, no ano que virá! E, quando houver sofrimento, contem sempre comigo.. E no mais, um reveillon tão bom, quanto um apaixonado beijo na boca. Juízo! ;)

domingo, 13 de dezembro de 2009

A cada curva, alguns passos mais perto de ti.




Do amor eu pouco ou nada sei. Sei apenas que sigo firmando cada passo, rumo ao incerto, ao caminho por mim desconhecido. Vou superando aos poucos o medo, a insegurança, as decepções e continuo andando, ainda que perturbada por vozes alheias. Vozes de quem nunca teve a coragem de seguir em frente. Se fossem um pouco mais humildes para estender a mão e pedir ajuda, quem sabe não teriam a oportunidade de seguir comigo rumo ao tesouro, considerado por eles, perdido.
Sei que no caminho há pedras, e meus pés tão delicados, já se cansam de sangrar. Mas nunca esperei que na estrada houvesse rosas. Talvez por isso ainda não tenha desistido. Tenho na mente que quanto mais perigoso o trajeto, melhor a recompensa. Quanto mais sofrido o trabalho, melhor o resultado. Assim como o ouro no calor se purifica, no árduo caminho do amor, eu continuarei trilhando certa de que sairei melhor. Melhor dos meus defeitos, das minhas dúvidas..
Um dia me disseram que o amor, é quando uma alma encontra seu contraponto em outra. Amor, amor.. não sei quem você é e nem onde está. Sei apenas, que em algum lugar desse difícil caminho, você vai me encontrar. Sei que ainda há muito em mim que eu preciso mudar. E espero que no dia em que o seu andar, o meu cruzar, eu possa ser forte o suficiente para novamente confiar. Não sobrecarregar você com meus fardos do passado, não te julgar pelos erros dos outros, e muito menos pelos meus. Te aceitar do jeito que és, sem tentar te moldar à minha ilusão. Te enxergar por dentro das roupas e do corpo. Tocar sua pele, e sentir seu coração. Nesse dia, então, ao contemplar contigo o primeiro por do sol de nossas vidas, dos meus lábios surgirá um amplo sorriso, e da minha boca,um sussurrar tímido, porém de todos já ditos, o mais convicto. Talvez você nem ouça. Mas por todos os ladrilhos molhados com as minhas lágrimas do caminho que eu já trilhei, meu sussurro ecoará num tremendo pulsar: Valeu a pena acreditar.

"O caminho rumo ao amor, pode causar muita dor. Mas a recompensa para os que não desistem, faz cada lágrima valer a pena. Um dia finalmente, ele se personifica, e cruza o nosso caminho. Mas lembre-se: Nós só poderemos encontrar tamanho tesouro, se outrora, lá atrás, não tivermos desistido."

domingo, 6 de dezembro de 2009

Bom seria..



Se pudéssemos viver os anos jovens da vida, com a maturidade dos nossos avós.
Talvez aproveitássemos mais as coisas básicas e "sem graças", mas fundamentais do dia a dia.
Quem sabe, ao acordar, respiraríamos bem fundo, e soltariamos um belo sorriso, num longo espreguiçar.
Quem sabe comeríamos mais frutas, verduras, menos junk food, com mais calma, mastigando bem os alimentos.
Quem sabe, até gastaríamos assim, menos dinheiro com remédios, e consultas.
Quem sabe, aproveitaríamos mais o conhecimento, por mais massante que ele pareça hoje.
Talvez nos dedicassemos à leitura de muitos livros, e não somente os que estão no Top 10.
Talvez escutassemos músicas de melhor qualidade, filtrando as letras que hoje nem ouvimos direito.
Quem sabe, aprenderíamos a valorizar quem realmente merece valor, e amar, aqueles que verdadeiramente nos amam.
Quem sabe até, aprenderíamos a não esconder dentro de nós, sentimentos tão bonitos, e diríamos com mais frequência EU TE AMO, pra quem o desejamos saber.
Quem sabe, abraçaríamos mais os nossos pais, e reconheceríamos sem espírito vingativo, que eles não são perfeitos, e tudo o que querem é a nossa felicidade.
Talvez pudessemos nos preocupar menos com o que os outros falam de nós, e quem sabe até rir dessas bobagens.
Quem sabe, nos dedicaríamos menos compulsivamente ao trabalho, ou estudo, e gastaríamos mais tempo amando a nossa família..
Quem sabe gostaríamos de ouvir cinquenta vezes nossos avós contando seu "grandes feitos" do passado..
Quem sabe, deixaríamos de colocar a culpa dos nossos erros, nas costas dos outros, e ganharíamos a humildade.
Quem sabe nos desapegaríamos a tanta tecnologia, e preservaríamos melhor o meio ambiente.
Quem sabe, quem sabe..

O grande segredo da vida, é descobrir tudo isso, com o mínimo de dor possível, e antes que seja, tarde demais. Porque a vida é extremamente curta e bela p/ ser mal vivida. Os anos passam muito rápido, p/ não valorizarmos o que o tempo traz de melhor. Curtir cada dia, tendo ao deitar, a consciência limpa e tranquila de que demos o nosso melhor. Aprender com os nossos próprios erros, a não julgar os dos outros. Ser menos hipócritas, e mais humanos. Amar os animais, mas amar mais ainda, as pessoas. Gastar menos com futilidades, e ajudar mais a quem precisa. Dar menos atenção ao EU estético, e cuidar mais do eu interior. Ensinar os nossos filhos no caminho do bem, sem usar a ditadura como carro chefe. Guiando-os a fazer seus próprios julgamentos, ensinando o certo, o errado, e deixando-os livres para escolher, sempre deixando bem claro o nosso suporte.

É.. quem sabe seja tudo utopia, mas definitivamente, essa "realidade utópica" me faria muito mais feliz.